“Não vemos as coisas como elas são, mas como nós somos.”
“Que jeito de se estrepar. Nenhum mapa. Nenhuma pessoa. Nenhum ruído, apenas vespas. Pedras. Muros. Vento, meu pau e minhas bolas balançando sem sentimento. Eu podia berrar qualquer coisa na rua e ninguém ouviria, ninguém daria a mínima. Não que eles devessem. Eu não estava pedindo por amor, mas tinha alguma coisa muito estranha. Os livros nunca falaram sobre isso. Mas as aranhas sabiam. Foda-se.”
“Nada se sabe quando não se faz sentir.”
“Eu admito que eu quero cada fragmento da sua atenção. Talvez eu enlouqueça tantando protagonizar sua vida. E lá vou eu denovo, tentar convencer o destino a te deixar comigo. Convencer você a permitir que eu continue contigo. E eu só abandono essa missão suicida quando chegar no meu limite, e pode acreditar, ainda falta muito pra chegar lá. Mas afinal, quem se importa com isso? Minha impulsividade é mais forte e não posso mais perder tempo criando planos. Só te garanto uma coisa, se amanhã eu não te quiser tanto quanto te quero hoje, você ficará sabendo, porque por mais que eu queria, não consigo mais te prender a mim, mas ainda sei provar que você desperdiçou a felicidade que era sua. E se ontem eu me segurava pra fazer tudo da forma certa, hoje eu faço qualquer coisa do jeito que eu quero.”